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A comunhão sacrílega PDF Imprimir E-mail

São Macário teve a seguinte visão: Quando o sacerdote estava distribuindo a Santa Comunhão, viu que se aproximavam espíritos malignos, de aspecto horroroso!

Quando o sacerdote apresentava a hóstia a uma pessoa bem preparada, os demônios fugiam apressadamente.

Mas se era um indigno, depositavam-lhe na mão carvão em brasa e no mesmo instante a Santa Hóstia voltava para o altar.

Deus castiga às vezes a comunhão sacrílega, já nesta vida.

Godwin, duque de Kent, foi acusado de ter assassinado o irmão do rei. Defendeu-se e apelou para a santa Comunhão, dizendo: “Se eu tiver pensado ou maquinado um atentado contra o senhor ou seu irmão, asfixie-me a santa Hóstia que vou tomar”.

Tomou então a santa Hóstia; no entanto, mal a recebera, sua boca fechou, a garganta se contraiu, de modo que morreu asfixiado.

Um mendigo pediu a São Paulino uma esmola. O Santo Bispo notou que o mendigo tinha um braço seco e perguntou-lhe a causa.

Contou-lhe então, que num momento de grande raiva tinha espancado a mãe, de tal forma que ela viera falecer. Então, enterrou-a ocultamente.

Sendo o dia seguinte a 5ª. Feira Santa tinha que fazer a Comunhão Pascal.Comungou sem confessar esse grande pecado. Entretanto, quando o sacerdote colocou a Santa Hóstia na sua mão criminosa, (antigamente, o sacerdote colocava a hóstia na mão do comungante, e não havia a hóstia pequenina, de modo que não era possível comungar na boca), ela entorpeceu e debaixo de terríveis sofrimentos começou a secar. E terminou assim.

- Gritei de dor e todos se acercavam de mim aterrorizados. Fugi de minha terra, trazendo desde então o cruciante castigo comigo. O pior é que meu crime me arrastará para o inferno. Perguntou-lhe o santo se queria perdão de seu pecado.

- Quem me dera! - respondeu o pecador. Então o Santo mandou que durante sete anos se colocasse à porta da Igreja, todos os domingos e dias santos, descoberto, descalço, mostrando a todos a sua mão seca e contando o seu crime.

Assim fez o pecador, edificando todo o povo com a sua penitência.

Passados três anos, insistiram junto ao santo bispo para que perdoasse o resto da penitência. O Bispo atendeu ao pedido do povo. Levou então o homem para dentro da igreja, deu-lhe a absolvição dos pecados e deu-lhe por fim a Santa Comunhão.

Mal tinha recebido a Santa Hóstia, um grande calor lhe invadiu o corpo todo e a mão tornou-se perfeitamente boa.

“Mors est malis, vita bonis. - "É morte para os maus, vida para os bons

Vide paris sumptionis - Vê, como do mesmo manjar

Quam sit dispar exitus” - Efeito diferente resulta!”


Extraído do livro: Leituras Eucharísticas - Editora Vozes- 1935 Frei Mariano Wintzen OFM