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Bispos brasileiros expressaram solidariedade ao povo hondurenho PDF Imprimir E-mail
Escrito por CNBB   

O bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), dom Pedro Casaldáliga, escreve: "Com espírito fraterno e na paixão por nossa América, livre e unida, queremos expressar nossa total solidariedade ao povo de Honduras nesta hora de tensões e violência. Que se respeite a democracia que é respeitar a vontade do povo. O Deus da paz proteja a esse povo querido e sofrido".

 

Por sua vez, o bispo de Jales e presidente da Caritas Brasileira, dom Demétrio Valentini, afirma que os irmãos e irmãs de Honduras estão vivendo momentos muito importantes para o futuro democrático do seu país, e destacou o desejo da população por um retorno imediato da legalidade, o cessar imediato de toda violência, e a paz em todo o país.

Dom Demétrio Valentini"Quero manifestar minha solidariedade a todos os que querem uma Honduras democrática, livre das conseqüências de golpes contra a ordem constitucional, desejando que, ao mesmo tempo, sejam firmes e unidos, e evitem a todo custo que a situação descambe para a violência, que pode levar a sacrificar inutilmente vidas humanas", escreve dom Demétrio.

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, chegou ontem à Costa Rica, para um diálogo nesta quinta-feira com o presidente interino de seu país, Roberto Micheletti. O encontro será mediado pelo presidente costarriquenho Oscar Arias Sánchez, com o objetivo de pôr fim à crise política na nação.

A Conferência Episcopal da Costa Rica divulgou um comunicado parabenizando Oscar Arias Sánchez, pois novamente o país servirá como ponte de diálogo para restabelecer a paz na região.

Zelaya disse que pretende pedir que o governo de fato de Honduras seja dissolvido em 24 horas. Mas Micheletti não confirmou se fará parte da comissão que viajará hoje para a Costa Rica, para participar da negociação.

O governo do presidente interino não é reconhecido por nenhum país. Isolado internacionalmente, e com o país suspenso da OEA (Organização dos Estados Americanos), Micheletti enviou a Washington uma comissão para tentar conseguir apoio de políticos americanos, embora o governo dos Estados Unidos tenha condenado o que classificou de golpe de Estado.