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DEUS ABENÇÕE MEL GIBSON! PDF Imprimir E-mail

“Não pense que eu vim trazer paz à terra. Não vim trazer a paz, e sim a espada. Pois vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. Os inimigos do homem serão os próprios parentes.”

Evangelho de São Mateus, 10, 34-36.

 

 

Os quatro Evangelhos, como quatro depoimentos de testemunhas da vida e dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, Nosso Deus e Senhor, não escondem o conflito que a pessoa de Jesus Cristo causou no país dos judeus, a Palestina de três mil anos passados. E continua causando, hoje, pelo mundo a fora.

A religião judaica, com sua imagem social deteriorada pela falta de coerência com a Palavra de Deus, presente na Bíblia, gerava no povo uma religiosidade de conversa, religião de boca, mas nunca de atitudes identificadas com as lições bíblicas.

Jesus falou contra isso.

E falou, principalmente, contra os mais responsáveis pelas insinceridades: os sacerdotes, os chefes da Igreja de Moisés.

E esta desconcertante franqueza do Divino Carpinteiro de Nazaré provou a revolta daquele clero, que passou a tramar contra a vida dele, e pelas mãos do apóstolo Judas, o traidor, conseguiu pregá-lo na Cruz!

São bastante ilustrativas dessa relação conflituosa, entre o Deus Jesus Cristo e os sacerdotes do Templo dos judeus, as palavras desconcertantes, registradas pelo convertido em discípulo, apóstolo e evangelista de Jesus Nazareno, o funcionário do Império Romano e judeu cobrador de impostos chamado de Mateus Levi, que anotou estas palavras do Divino Galileu:

“Não pense que eu vim trazer paz à terra. Não vim trazer a paz, e sim a espada. Pois vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. Os inimigos do homem serão os próprios parentes.”

Evangelho de São Mateus, 10, 34-36.

Cada uma das pessoas que no começo do cristianismo e agora, no Século 21 reconheceu Nosso Senhor Jesus Cristo como seu Deus, sinceramente, com total convicção, sabe o que significam estas palavras transmitidas por São Mateus, porque, como ele, Mateus, também sentiram e sentem, na pele, o desprezo e a perseguição que têm de enfrentar diariamente por causa do Senhor Jesus Cristo.

Glória a Jesus por tudo isso!

É o preço do amor, o ônus da fidelidade, é a premiação eterna, garantida pela Cruz e pelo Sangue do Divino Senhor Crucificado e vitoriosamente Ressuscitado !

Mel Gibson é um católico conhecidamente convicto, e apontado nos Estados Unidos como um “radical”, como alguém de fortes convicções de fé cristã católica, cujo testemunho de vida coerente com essa fé desagrada a muitos.

Seu filme, “A PAIXÃO” , sobre a vida de Jesus de Nazaré é o resultado de uma pesquisa de inigualável valor histórico.

Ele usou tudo o que de mais autêntico existe documentadamente sobre Nosso Senhor Jesus Cristo.

E essa autenticidade trouxe de volta o conflito entre a sinceridade e a falsidade, a religião provada com a vida e a religião de mentira, a farsa religiosa, a igreja da enganação.

Tudo isso causou horror no país que vive os maiores escândalos religiosos, com a igreja protestante (evangélica) em pedaços por causa de seus pastores desonestos e favoráveis ao casamento entre homossexuais e a Igreja Católica mortificada pelos padres indignos!

Não importa, o testemunho dos mártires, seu sangue sobretudo, é e continuará sendo a fecunda sementeira de muitos e muitos cristãos verdadeiros.

Deus abençõe Mel Gibson!