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Jesus fundou uma só Igreja PDF Imprimir E-mail

Quando alguém tenta colocar em dúvida a Igreja católica, com amor, sem espírito de contenda, basta fazer uma pergunta simples:

Quem fundou sua Igreja?


Os luteranos foram fundados por Martinho Lutero em 1524.

Os anglicanos pelo rei Henrique IV em 1534 porque o papa não havia permitido seu divórcio para se casar com Ana Bolena.

Os presbiterianos por John Knox em 1560.

Os batistas por John Smith em 1609.

Os metodistas por John Wesley em 1739 quando decidiu separar-se dos anglicanos.

Os adventistas do sétimo dia começaram com Guilherme Milier e Helen White no século passado.

A congregação cristã no Brasil foi fundada por Luigi Francescom em 1910.

As Assembléias de Deus têm a sua origem no despertar pentecostal de 1900 nos EUA. Muitas pessoas saíram de diferentes igrejas evangélicas para formar novas congregações pentecostais. Em 1914 mais de cem destas novas igrejas reuniram-se para formar esta nova organização religiosa.

A igreja do Evangelho Quadrangular foi fundada na década de 20 pela missionária canadense Aimée Semple McPhersom, que passou da igreja batista para a pentecostal.

A igreja Deus é Amor, fundada em 1962, tem como seu fundador Davi Miranda.

A igreja Renascer em Cristo surgiu há alguns anos, fundada por Estevan Hernandez.

A Igreja Universal do Reino de Deus por Edir Macedo em 1977, depois de não ter sido aceito como pastor em uma igreja evangélica do Rio de Janeiro.

Além de cada uma destas igrejas ter na sua origem homens como seus fundadores, também existem entre elas algumas diferenças: em questões doutrinais, governo da igreja, modo de celebrar o culto.

A pergunta é simples: como o Espírito Santo poderia animar uma igreja constituída por tantas diferenças de opinião, se Ele é a fonte da unidade?

E a Igreja Católica?
Uma pesquisa simples de história comprova que a primeira igreja cristã foi a Igreja católica. Ela foi fundada quando Jesus Cristo disse a Pedro. "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja...." (Mt 16,l8a); e na continuação destas palavras deu uma garantia para todos os séculos: "...as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,l8b).

Durante os três anos do seu ministério, pela pregação da Palavra e por meio de "milagres, prodígios e sinais" (Atos 2,22), preparou os seus seguidores para darem continuidade a sua obra. De um modo mais especial, entre os seus discípulos "...escolheu doze entre eles, que chamou de apóstolos. "(Lc 6,13).

Entre as principais orientações de Jesus dadas aos apóstolos destacam-se:

continuar a obra iniciada por Ele:
"Por onde andardes anunciai que o reino dos céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai" (Mt 10,7-8).

insistiu na necessidade de um gesto visível para dar credibilidade à pregação:
"ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor." (Jo 10,16).
"...sejam perfeitos na unidade, e o mundo reconheça que me enviaste e os amastes, como amaste a mim". (10 17,23).

indicou o meio para evitar as divisões:
"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (Jo 13,35).

pediu um tipo determinado de encontro para continuar junto dos seus e testemunhai a unidade da Sua Igreja: a Eucaristia.
"Tomou em seguida o pão, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim." (Lc 22,19).

"Uma vez que há um único pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos comungamos do mesmo pão." (1Cor 10,17).

E antes de voltar para junto do Pai, o Cristo ressuscitado deixou o programa final para a Sua Igreja:
"Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo." (Mt 28,48-20).

Qual o significado destas palavras finais do Senhor para a sua Igreja cm todos os tempos?

Primeiro: Revela a autoridade da Igreja "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra". Trata-se do mesmo poder e mesma autoridade dados pelo Pai ao seu Filho: "Como o Pai me enviou assim também eu vos envio a vos (10 20,21b).

Segundo: Diz a quem foi dado poder para falar em seu nome: os onze. São Mateus fez questão de deixar registrado este fato: "Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado"(Mt 28,16). Os onze formavam o primeiro grupo de dirigentes da Igreja. E a força destes homens estava na garantia de falarem em nome do próprio Jesus:
"Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou."
(Lc 10,16)

Terceiro: fala do objetivo da missão: fazer discípulos. A finalidade da pregação da palavra é despertar aqueles que estão longe a entrarem para o rebanho do Senhor: a Igreja. Não existe cristianismo sem união à Igreja, a união a ela é o sinal visível da conversão interior. Esta é a forma como viviam a fé os primeiros cristãos: "Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações." (Atos 2,42).

Quarto: Indica a porta de entrada para a Igreja: "batizai-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo". Neste momento a pessoa tornava-se crista, e um membro ativo do Corpo de Cristo.

Quinto: Mostra o conteúdo da pregação:
"Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi". Boa parte do ministério de Jesus na terra foi empregado para ensinar, deste modo a sua Igreja tem de dar ênfase à pregação da Palavra. A Igreja não é uma reunião de pessoas para um simples entretenimento; ela existe para despertar e alimentar a fé. E isto se dá pela pregação da Palavra.

Sexto: Termina com uma promessa para todos os tempos: "Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo."

Diante destes fatos surge uma pergunta:

Teria Jesus errado em suas promessas?
Todos hão de concordar com as palavras de (Jo 14,6): "Eu sou o caminho, a verdade e a vida...". Não existem várias verdades, mas uma única verdade chamada Jesus Cristo. Suas palavras são para sempre, e nelas não existe nenhum engano.

Em nenhum tempo da história os homens receberam autoridade para alterar a obra fundada, planejada e inaugurada por Jesus Cristo. São Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, em seus escritos tem dois versículos importantes para ajudar os cristãos a não caírem no engano das divisões criadas pelos homens:

"Mas, ainda que alguém, - nós ou um anjo baixado do céu, - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema." (Gl 1,8)

"O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o" (Tt 3,10).

Se a salvação se encontra na verdade que é Jesus, então Ele não se enganou quanto às promessas feitas em relação a sua Igreja. Ele fundou uma Igreja, e ela encontra a plenitude de sua expressão por meio da Igreja católica.

Pe. Alberto Luiz Gambarini
trechos extraídos do livro: Quem fundou sua Igreja?