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Missa - Liturgia Eucarística PDF Imprimir E-mail
Referindo-se ao Sacramento da Eucaristia, diz o Catecismo da Igreja Católica :

1323. - O nosso Salvador Instituiu na Última Ceia, na noite em que foi entregue, o Sacrifício Eucarístico do seu Corpo e Sangue, para perpetuar pelo decorrer dos séculos, até voltar, o Sacrifício da Cruz, confiando à Igreja, sua esposa amada, o memorial da sua Morte e Ressurreição : sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é concedido o penhor da glória futura. (S C 47).

A Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre as Santa Igreja, diz :

- Sempre que no Altar se celebra o sacrifício da cruz, na qual "Cristo, nossa Páscoa, foi imolado" (l Cor.5,7), realiza-se também a obra da nossa redenção. (LG 4).

Segundo o Catecismo da Igreja Católico são os seguintes, os nomes que se dão ao Sacramento da Eucaristia :

1)- Eucaristia, porque é ação de graças. (1328).

2)- Banquete do Senhor, porque se trata da Ceia que o Senhor tomou com os Seus discípulos na véspera das Sua Paixão. (1329).

3)- Fração do pão, porque este rito, próprio da refeição dos judeus, foi utilizado por Jesus quando abençoava e distribuía o pão como chefe de família, sobretudo aquando da Última Ceia.(1329).

4)- Assembleia Eucarística, ("synaxis"), porque a Eucaristia é celebrada em assembleia de fiéis, expressão visível da Igreja. (1329).

5)- Memorial da Paixão e Ressurreição do Senhor. (1330).

6)- Santo Sacrifício, porque atualiza o único sacrifício de Cristo Salvador e inclui a oferenda da Igreja. (Santo Sacrifício da Missa; "Sacrifício de louvor"; Sacrifício espiritual; Sacrifício puro e santo.(1330).

7)- Santa e divina liturgia, porque toda a Liturgia da Igreja encontra o seu centro e a sua expressão mais densa na celebração deste sacramento. (Santos Mistérios; Santíssimo Sacramento). (1330).

8)- Comunhão, pois é por este sacramento que nos unimos a Cristo, o qual nos torna participantes do seu Corpo e do seu Sangue, para formarmos um só Corpo. (Coisas santas; pão dos anjos; pão do Céu; remédio da imortalidade; viático). (1331).

9)- Santa Missa, porque a liturgia em que se realiza o mistério da salvação termina pela despedida dos fiéis ("missio"), para que vão cumprir a vontade de Deus na sua vida quotidiana. (1332).

Todos estes nomes estão, portanto, incluídos nesta palavra que mais tradicionalmente toda a gente usa MISSA, a que o Catecismo da Igreja Católica, tratando dos Sete Sacramentos, dedica todo o Artigo 3 desde o N° 1322 até 1419, assim distribuído :

I. A Eucaristia - fonte e cume da vida eclesial.

II. Como é chamado este sacramento.

III. A Eucaristia na economia da salvação.

IV. A celebração litúrgica da Eucaristia.

V. O sacrifício sacramental: ação de graças, memorial, presença.

VI. O banquete pascal.

VII. A Eucaristia - "pignus futuræ gloriæ".

( O Concílio de Trento (1545-1563).

Todos e cada um destes importantes temas devem ser estudados em profundidade e pode-se usar para isso o próprio Catecismo da Igreja Católica.

Entre os Decretos sobre a Sagrada Eucaristia, o Concílio de Trento estabeleceu os seguintes pontos de doutrina :

1)- Há na Igreja Católica um verdadeiro sacrifício, a Missa, instituído por Jesus Cristo. É o sacrifício do Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sob as aparências do pão e do vinho.

2)- Este sacrifício é idêntico ao Sacrifício da Cruz, pois que em ambos, Cristo é o Sacerdote e a Vítima. A única diferença é que na Cruz o sacrifício foi cruento e na Missa é incruento.

3)- A Missa é um sacrifício propiciatório, em expiação pelos pecados dos vivos e dos mortos por quem é oferecido.

4)- A eficácia da Missa deriva do Sacrifício da Cruz, cujos méritos superabundantes são aplicados aos homens.

5)- Embora a Missa seja oferecida só a Deus, pode ser celebrada em honra e memória dos santos.

6)- Cristo instituiu a Missa na Última Ceia.

7)- Cristo ordenou sacerdotes os Apóstolos, dando-lhes o poder e o mandamento de consagrar o seu Corpo e Sangue para perpetuar e renovar o sacrifício. A isto chama-se um Sacrifício Sacramental.

O pão e o Vinho consagrados, são :

* Um Sacramento Permanente;

* A Presença Real de Cristo entre nós e o sinal eficaz da presença de Cristo;

* O alimento que satisfaz as nossas necessidades espirituais de maneira superabundante;

* O sinal eficaz da graça santificante e da união dos cristãos em Cristo e por Cristo.

A Missa de hoje é a Missa de sempre, como nos lembra o Catecismos da Igreja Católica :

1345. – Desde o Século II, temos o testemunho de S. Justino, mártir, sobre as grandes linhas do desenrolar da celebração eucarística. Permaneceram as mesmas até aos nossos dias, em todas as grandes famílias litúrgicas. Eis o que escreve, cerca do ano 155, para explicar ao imperador pagão Antonino Pio (138-161) o que fazem os cristãos :

«No dia que chamam Dia Sol, realiza-se a reunião num mesmo lugar de todos os que habitam a cidade ou o campo.

Lêem-se as memórias dos Apóstolos e os escritos dos Profetas, na medida em que o tempo o permite.

Quando o leitor acabou, aquele que preside toma a palavra para incitar e exortar à imitação dessas belas coisas.

Em seguida, levantamo-nos todos juntamente e fazemos orações por nós mesmos... e por todos os outros, onde quer que estejam, para que sejamos encontrados justos por nossa vida e ações, e fiéis aos mandamentos, e assim obtenhamos a salvação eterna.

Terminadas as orações, damo-nos um ósculo uns aos outros.

Depois, apresenta-se, àquele que preside aos irmãos, pão e uma taça de água e vinho misturados.

Ele toma-as e faz subir louvor e glória ao Pai do Universo, pelo nome do Filho e do Espírito Santo (em grego : eucharistian) longamente, por termos sido julgados dignos desses dons.

Quando ele termina as orações e ações de graças, todo o povo presente solta uma aclamação, dizendo : Amen.

Depois de aquele que preside ter feito a ação de graças e de o povo ter respondido, aqueles a que entre nós chamamos diáconos distribuem, a todos os que estão presentes, pão, vinho e água «eucaristizados» e também os levam aos ausentes...

É essencialmemte o que fazemos hoje, ainda que com algumas adaptações mais actualizadas e, por vezes, com algumas aplicações pastorais que dão à mesma e única Missa, uma versão, pela qual lhes podemos chamar, por ordem alfabética :

* Missa Concelebrada.

* Missa Crismal.

* Missa das Crianças.

* Missa do Galo.

* Missa Dominical.

* Missa dos Catecúmenos.

* Missa dos Pré-santificados. (Sexta-Feira Santa).

* Missa Exequial.

* Missa Nupcial.

* Missa Paroquial.

* Missa Plurintencional.

* Missa Pro Populo (Pelo Povo).

* Missa Privada.

* Missa Tridentina.

* Missa Vermelha.

* Missa Vespertina.

E porventura outras.

Parece-me que nunca é demasiado insistir no significado, no valor e no respeito que se deve ter pela Missa e por tudo o que com ela se relaciona, para que os fiéis saibam como têm que proceder cada vez que se apresentam na Igreja e, sobretudo, se apresentam na mesa da Comunhão.