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Celibato dos Sacerdotes
 

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Morte e Triunfo de Jesus :Lutas e vitórias do cristão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Pe. Pio Milpacher da Congregação de Jesus Sacerdote   
Os cristãos do mundo inteiro celebram nestes dias a morte trágica de Jesus e o seu triunfo com a ressurreição; de reflexo modelam suas vidas de lutas e sofrimentos, encorajados com a esperança da vitória final, com seus frutos compensadores.

As dores de Jesus Cristo foram horríveis, em todos os aspectos: físico, moral, espiritual. Mas a paixão durou um dia; a glória foi imensamente superior e permanente: ainda hoje ele vive glorioso no paraíso e aqui na terra é honrado e seguido por bilhões de pessoas!

É importante que o cristão dê muita atenção a este fato. Os que nestes dias vão na Igreja a beijar o Crucifixo, participar da Via Sacra, param em casa lendo a história da paixão de Jesus e ficam comovidos com tantos sofrimentos, não esqueçam que tudo isso passou rapidamente e Ele vive glorioso na glória desde dois mil anos e continuará vivendo sempre!

Assim o cristão que luta para manter-se fiel ao dever, renunciando a satisfações ilícitas, deve lembrar que com isso constrói a sua felicidade duradoura. Renuncia a ficar preguiçosamente na cama e levanta cedo para ir trabalhar; renuncia à novela da TV ou à partida esportiva para estudar, renuncia a fumar um cigarro, se excitar com uma droga, tomar uma cerveja, para não se tornar escravo de vícios e faz tantos outros sacrifícios para se dedicar ao trabalho e ao serviço aos familiares: Vive uma vida dura, mas assim a torna frutuosa, se fortalece, se constrói um futuro.

Isso vale na ordem humana, como na espiritual e religiosa. O casal de noivos que luta para comprar um terreno, constrói a casa nos dias livres, colocando tijolos sobre tijolos, no dia do casamento celebrará o fruto dos seus sacrifícios; pelo resto da vida amará sua casa, cuidará de embeleza-la sempre mais. Sua alegria morando lá e o cuidado para conservá-la serão muito maiores do que se tivesse recebido a casa de graça.

O mesmo vale para a mãe que sofreu dores horríveis no momento do parto; estas dores têm a função de ligar a mãe ao filho com um amor sem limites.

Por isso, não somente o cristão, mas qualquer pessoa sábia considera as dificuldades da vida como desafios para subir, se tornar mais forte, ter amanhã uma vida melhor. É o estudante que se aplica com seriedade, é o aprendiz que se aperfeiçoa na profissão, é o jovem que se prepara ao casamento na fidelidade, castidade, treinamento profissional. Todos eles colocam tijolos sobre tijolos, para uma vida digna e frutuosa.

Muitos criticam a igreja porque prega a castidade, a sobriedade, a dedicação plena ao trabalho e condena qualquer espécie de vícios. São pessoas levianas! Não entendem que com isso preparamos jovens livres, dinâmicos e corajosos, bem colocados profissionalmente e com uma família feliz, porque estável e alicerçada no amor, construído sobre sacrifícios.

Estamos circundados por uma multidão de jovens escravos da droga, do fumo, da bebedeira, reduzidos a lixo; o número de famílias mutiladas pela infidelidade, o divórcio, o álcool cresce assustadoramente: é o fruto da leviandade dominante! A moda quer moleza na educação dos filhos, libertinagem para jovens e adultos. Os meios de comunicação pregam a liberdade e a confundem com a libertinagem. Somente a igreja tem a coragem de gritar que a liberdade deve ser usada com responsabilidade, e que a libertinagem acaba escravizando as pessoas nos vícios degradantes.

A meditação da coragem de Jesus, da sua constância e serenidade em enfrentar o sofrimento deve infundir em todos os cristãos a coragem de lutar contra a moleza, os vícios, as sereias sedutoras e trabalhar mais para formar jovens fortes e corajosos, livres de vícios e alienações. Com isto preparamos pessoas e famílias felizes no tempo e na eternidade.

Pe. Pio Milpacher - Osasco - SP
Congregação de Jesus Sacerdote