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O “DEUS” DÓLAR, ÍDOLO DOMINADOR. PDF Imprimir E-mail

A idolatria, em princípio, pode parecer um problema dos velhos tempos em que o culto pagão a estátuas de seres imaginários, e também de reis e de imperadores era visível e predominante, contrastando com o culto ao único e verdadeiro Deus, Javé.

Eram, então, figuras esculpidas e desenhadas de “deuses” com órgãos sexuais à vista, seduzindo e corrompendo homens e mulheres com religiões falsas e brutais, celebradas com orgias sexuais praticadas pelos adeptos com as próprias estátuas, como se constata nas revelações do livro do Profeta Ezequiel, no capítulo 16, versículo 17 e, sobretudo, no cap. 23, versículos 14 e 20.

Em nítida oposição a essa antiguidade repugnante e já morta, dominadores e sem dúvida maléficos e despóticos são os ídolos modernos, dos nossos tempos, lamentavelmente silenciados por todas as seitas e igrejas hereges, supostamente cristãs, e que, para garantirem prestígio aos modernos e embusteiros totens da atualidade, usam da manobra de só repetirem, como surrada e desafinada cantilena recheada de meias verdades e descomunais falsidades, a campanha contra os ídolos destruídos há muitos séculos, verdadeiras múmias que a heresia malchamada de “evangélica” arranca e desenterra dos escombros dos túmulos da História para usar como encenação e isca para fisgar ignorantes e, assim, patrocinam e promovem uma luta de mentira contra fantasma, contra bicho-papão, ludibriando a infantilidade de analfabetos e incautos.

Ao mesmo tempo, por detrás da cortina de distorcidas frases bíblicas o que fazem mesmo é favorecer a sobrevivência e triunfo dos falsos “deuses” representados pelos malfeitores ídolos da corrupção política, da decadência social, da destruição da família e da propaganda da falsa religião, identificada pela glorificação do triunfo financeiro, do predomínio do “deus Dinheiro”, bem representado pela supremacia monetária do Dólar norte-americano, cujas notas de papel trazem por escrito a frase “Em Deus nós confiamos” (In God we trust), como “oração” em louvor e glória de sua “divindade” que seus “ evangélicos” autores criaram para erguê-lo no topo do mundo, como o ídolo maior que todos os ídolos, realmente soberano e escravizador de países e povos.

O que existe de fato nesse meio de pregadores da engabelação é o reverso do anúncio do Reino de Deus, vivido e ensinado por Jesus Cristo.

Ora bem, o cerne do Reino é o anúncio da Boa Nova, do Evangelho de Jesus Cristo aos excluídos da sociedade, aos marginalizados, aos desambiciosos; é o anúncio e prática da legítima justiça, que corresponde, na linguagem singela do Divino Carpinteiro de Nazaré, em dar aos outros o mesmo tratamento que se quer receber (Mt. 7,12).

A idolatria real é o anúncio da Boa Nova da Riqueza Sem Limites aos ambiciosos, aos ricos de cobiça; é a propaganda e a aceitaçãoda preponderância absoluta do Dinheiro como objeto central da vida humana.

O Reino de Deus, de acordo com o que Jesus, Nosso Senhor, praticou e ensina é a salvação do ser humano de toda a espécie de escravidão e a resposta desse ser humano na oferta da confiança humilde e despretensiosa em Deus, e a vida cristã o recíproco tratamento de justiça entre os todos os seres humanos.

Ao contrário, a idolatria radiofônica e televisionada crê e prega que a salvação é a confiança sem limites na riqueza material que tudo pode (veja a expressão de crítica no livro do Eclesiastes 10,19 - "O dinheiro atende a tudo"; veja o triunfo da estátua de ouro junto a judeus infiéis, no livro do Êxodo 32,4 - a adoração do Bezerro de Ouro, no lugar do Deus único e verdadeiro -)por isso, para seus devotos e idólatras a Riqueza encarnada no Dólar deve ser conquistada a todo custo, sem medo de qualquer tipo de oposição.

Em resumo, o ídolo máximo e atual tem um nome acima de todos os outros nomes - DÓLAR !

Esse é o “deus” ao qual se sacrificam todos os outros valores, os legítimos e perenes valores da fé cristã e da sociedade humana, o próprio ser humano, povos e nações.

Os verdadeiros crentes e pregadores desse “deus”, por disfarce e enganação, xingam as estátuas que, hoje, simbolizam valores de fé autêntica, sinais de Deus na terra, totalmente diferentes das estátuas sórdidas de que fala o Profeta Ezequiel.

Esses crentes e pregadores, que escondem sua “fé” verdadeira no “deus Dólar” e fingem de público, no rádio e na televisão uma guerra contra estátuas, repetindo a mesma conversa desonesta, cavocando sepulturas nas quais o verdadeiro Cristianismo jogou para sempre as figuras imaginadas dos deuses de mentira e luxúria ( esculpidos e desenhados com órgãos sexuais à vista, enormes e sedutores! - v. no Profeta Ezequiel , 16, 17, e 23, 14 e 20) , e trazem para o dia de hoje esses defuntos podres com a intenção de engabelar, pela falsidade de uma passado muito diferente e que não tem volta, os ignorantes, os pobres de cultura, de conhecimentos históricos.

Com discursos de tapeação, os falso cristãos escondem sua crença e religião verdadeira no ídolo sempre atual e supremo do Dinheiro, no “deus” Dólar!

Confira a prova dessa religião de máscaras nas notas de dólar norte-americano, nas quais os dedicados e fiéis crentes repetem o que está escrito no papel moeda desse dinheiro, repetem o louvorexaltativo desse "deus" que governa a vida de todos os países pobres do mundo, inclusive o Brasil, todos eles rezam , de verdade, a oração a seus “deus” supremo, o Dólar, dizendo a todo momento - "In God we trust", “Em Deus nós confiamos” !

Constate na imprensa escrita, nos jornais faladosde rádios e televisões, todos sem exceção noticiam, a toda hora, a cotação do dólar norte-americano, sempre em alta, no pedestal máximo da valorização, sempre mais cotado que o nosso Real.

De acordo com essa valorização do dólar, toda a vida do País é dirigida, comandada, influindo ele diretamente em todos os preços, da alimentação e ao custo altíssimo dos remédios.

Essa idolatria verdadeira não incomoda nenhum “evangélico”, porque o Dólar tem como base, como origem, como matriz os Estados Unidos da América, país onde é majoritária a heresia protestante, hoje chamada de “evangélica” e serve de padrão para manter atrelados ao “deus” Dólar todos os povos, inclusive o brasileiro.

Diante desse fato, dessa real idolatria do “deus Dinheiro”, é oportuno perguntarmos por que tais hereges “evangélicos” reconstroem o Bezerro de Ouro da velha Bíblia hebraica (Êxodo, 32,4) e desprezam, na prática do dia a dia, a condenação definitiva de Nosso Senhor Jesus Cristo, que a respeito disse estas palavras inesquecíveis:

 

- “Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro!”

 

 (Confira no Evangelho segundo São Mateus 6,24).