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Celibato dos Sacerdotes
 

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OS INIMIGOS DA CRUZ COMBATEM O SINAL DA CRUZ DE JESUS PDF Imprimir E-mail

Ingressamos no Reino de Deus pelo Batismo, cujas palavras desse Sacramento, e que garantem a entrada nesse Reino, foram ditas pelo próprio Jesus, Nosso Senhor, e são estas:

- Batizai em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo!" (Confira no Evangelho de S. Mateus, cap. 28, vers.19).

Em toda a vida, a todo momento, ao repetirmos o Nome de Deus, nós o fazemos dizendo esse Nome pela pronúncia da Sua Santíssima Trindade - “Pai, Filho e Espírito Santo” -, e, assim, recordamos nossa própria salvação e nossa entrada no Reino de Deus.

A cruz foi e é o instrumento que Jesus escolheu para nos dar a salvação, morrendo crucificado nela.

Somos agradecidos para sempre à Santíssima Trindade, pelo ingresso no Reino, mediante o Batismo.

Somos agradecidos a Jesus, Nosso Senhor, pela Cruz que Ele próprio escolheu e por meio da qual Ele nos deu a Salvação, a Vida Eterna.

Damos glória a Deus por isso!

São Paulo, o Apóstolo, diz, com amor e fé imensos:

"Quanto a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Leia em Gálatas, 6,14).

São João, no Apocalipse, nos diz que os servos de Deus terão como marca, na testa, o Nome de Deus (e o nome de Deus é o nome da Santíssima Trindade - Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo) - cf. Apc. cap.7,3; e cap.14,1.

E, ainda, São João, ao encerrar o livro profético do Apocalipse, tendo diante dos olhos a visão do céu, chama esse definitivo Reino do Céu de Jerusalém Celeste e afirma que os servos de Deus terão gravado sobre as testas o nome de Deus, portanto o nome da Santíssima Trindade (cf. cap.22, 4).

A Cruz tornou-se, então, para sempre, o sinal de Jesus, o Divino Cordeiro; sinal que será visto no céu, no momento em que, no Juízo Final, Jesus retornar à Terra, como nos fala o próprio Senhor Jesus, no Evangelho de São Mateus, cap. 24, vers.30.

Quase setecentos anos antes de Jesus nascer em Belém, o Profeta Ezequiel já havia recebido de Deus o Sinal da Cruz (na forma de uma letra do alfabeto hebraico, a letra "tau", que tem a forma da cruz - T ) para, por ordem divina, traçá-lo na testa dos judeus fiéis, como marca que os salvaria do massacre prestes a ocorrer em Jerusalém, durante a invasão da cidade Santa por povos inimigos (cf. Ez. 9,4).

Nós, católicos, servos de Deus, do modo como procedeu o Profeta Ezequiel por ordem de Deus, nos protegemos sempre contra todo o tipo de mal e nos sentimos felizes ao fazermos, sobre nós (da testa para o peito, do ombro esquerdo para o ombro direito) a todo o momento de nossa vida, o Sinal do Divino Salvador Jesus, dizendo as palavras sagradas do tríplice Nome de Deus: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

A Igreja Católica sempre, desde seu início, há mais de dois mil anos, foi fiel ao usar e recomendar a pronúncia do nome de Deus - Pai, Filho e Espírito Santo - , a cada instante em que qualquer dos seus filhos faz o SINAL DA CRUZ SALVADORA DE JESUS REDENTOR.

É o Apóstolo São Paulo que nos adverte para não anularmos jamais a Cruz de Cristo (1 Cor. 1,17), e insiste em nos lembrar que essa linguagem a respeito da Cruz de Jeus só não tem sentido nem valor é “para os que se perdem, mas para os que foram salvos, para nós, é uma força divina.” (1 Cor. 1,18).

E é ele que nos previne, revelando um fato triste que, ainda hoje, continua existindo:

- “Existem muitos por aí, de quem repetidas vezes vos tenho falado e agora o digo chorando, que se comportam como inimigos da Cruz de Cristo.” (Fil. 3,18).

Portanto, ao contrário desses inimigos da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, nós católicos, do mesmo modo que São Paulo Apóstolo, não só veneramos a Santa Cruz como fazemos sobre nós o Sinal da Cruz, pronunciando o Nome da Santíssima Trindade de Deus - “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo -, porque também a exemplo do grande Apóstolo São Paulo temos fé, e por isso proclamamos em voz alta:

- Nossa glória está na Cruz de Jesus ( Gal. 6,14).