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PALAVRAS DE UM EX-PASTOR SOBRE A VIRGEM MARIA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Janaina Quintal   
Depois de sua conversão ao catolicismo, o ex-pastor Francisco de Almeida Araújo escreveu muitas coisas sobre a mãe de Jesus. Em sua obra intitulada “A Virgem Maria e o Espírito Santo” ele relata uma série de coisas que não entendia quando era protestante. Vejamos algumas palavras em defesa daquela que foi escolhida para ser a mãe do Salvador.

Fui Pastor e professor de teologia protestante, e como tal, não dava a honra devida à Virgem Maria. Nunca fiz uma pregação positiva – como Pastor – sobre ela.

Aprendi, como protestante, e ensinei que a Virgem Maria é uma mulher como outra qualquer, Deus me perdoe por tanta ignorância. Era espiritualmente cego, pois lendo a Bíblia todos os dias decorando versículos sem parar, não era capaz de ver a grandeza daquela que Deus predestinou para ser a Mãe do Deus Encarnado.

No passado, tornei-me inimigo da Mãe de Deus, mas hoje sou Católico, Apostólico Romano e Diácono da Virgem Maria, pela graça de Deus.

Mesmo quando era protestante – amava muito a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas quando me consagrei a Mãezinha do Céu, experimentei um amor a Jesus como nunca havia experimentado. Até a leitura da Bíblia se tornou cheia de alegria para mim.

Desejo esclarecer aos meus irmãos protestantes, fazendo justiça, que os primeiros líderes do protestantismo tinham grande apreço pela Virgem Maria. Como, Lutero, Calvino, Wesley e outros.

Felizmente aumenta a cada dia o número de protestantes, das mais diversas denominações que honram a Virgem Maria. Muitos já estão rezando o Rosário.

A Virgem Maria é o prisma de Deus, pois Ela reflete toda a Graça, Sabedoria, Bondade, Amor e Misericórdia de Deus. Tudo o que Deus planejou realizar no ser humano o fez em Maria Santíssima.

A única mulher que pode olhar para seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo e dizer: “Carne da minha carne, Sangue do Meu sangue, ossos dos meus ossos”.

A mesma carne e o mesmo sangue que no Calvário foi o preço da nossa salvação. A mesma carne e o mesmo sangue que recebemos na Eucaristia. Cristo: o mais perfeito retrato da Mãe.

Se o demônio venceu a sua primeira criatura feminina (Eva) e em conseqüência todos os homens, Deus quis que a segunda Eva (a Virgem Maria)  vencesse o demônio, trazendo Jesus para a salvação dos homens.

Cristo foi o único que pôde dizer: “Sem pecado me concebeu minha Mãe”. Quanto os demais, como filhos de Eva, repetem o Salmo 50, 7.

Pergunto: será que Deus viria realizar a sua maior obra, Sua Encarnação, no seio de uma mulher que não fosse pura? Para isso Ele criou a Virgem Maria sem mancha do pecado original. A Santidade de Deus assim o exigia e assim Ele o fez.

Aquele que formou a primeira virgem (Eva) sem defeito, formou também a segunda (Maria) sem mancha e sem culpa. Seria abominável que o Verbo de Deus se encarnasse no seio de uma mulher pecadora, impura.

A Graça que recebemos tem como autor Jesus Cristo e a Virgem Maria como medianeira. Cristo é a fonte e Nossa Senhora o canal.

Os padres e Doutores da Igreja chamam Maria de “Nova Eva”, como São Paulo chamara Cristo o “Novo Adão”, para indicar que sua função em nossa Redenção foi análoga àquela desempenhada em nossa perda, pela primeira Eva e pelo primeiro Adão.

Amo mais a Jesus hoje, do que antes. Depois que conheci pela fé e pelas Escrituras Sagradas a Mãe do meu Senhor, passei a amar mais e mais Cristo e quando medito sobre Nossa Senhora minha alma se prostra em adoração à Santíssima Trindade, pois a Virgem Maria é o prisma de Deus e onde se revela todo o amor e sabedoria dEle.

Os mais ardentes defensores da divindade de Cristo são os mais fervorosos devotos de Nossa Senhora.

Muitos Pentescostais profetizaram a meu respeito dizendo: “Deus vai castigá-lo e dentro de quatro meses, você vai morrer, se não voltar para a igreja evangélica”. Passaram os quatro meses e hoje faz 12 anos que trabalho para essa mãe e vencedora admirável, a Virgem Maria.

Não podemos esquecer que o protestantismo é na verdade uma religião judaica e sua visão é profundamente vétero-testamentária, como reflexo do mundo oriental onde não se valoriza a mulher, daí não aceitarem a Virgem Maria.

Muitos são os inimigos da Virgem Maria, mas nada devemos temer. “Por fim o meu Coração Triunfará” disse ela em Fátima. Triunfou sobre o meu coração e me conquistou para o reino de seu filho.