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Papa alerta para "absolutismo da técnica" PDF Imprimir E-mail
Escrito por RV   

Poucos dias após a publicação de sua Encíclica social Caritas in veritate e da realização da cúpula do G8 em L’Aquila, cidade italiana devastada pelo terremoto em abril, Bento XVI dedicou neste domingo seu discurso que precede a oração mariana do Angelus aos temas da justiça e do amor.


Definindo as questões da pauta do G8 como “dramaticamente urgentes”, o papa afirmou que “há no mundo desequilíbrios sociais e injustiças estruturais que já não se podem tolerar, e que exigem, além de imperiosas intervenções imediatas, uma estratégia coordenada para procurar soluções globais duradouras”.

Na conclusão do G8, os Chefes de Estado e de governo reafirmaram a necessidade de alcançar acordos comuns para assegurar um futuro à humanidade. A Igreja também tem uma palavra a dizer:

“A Igreja não possui soluções técnicas a apresentar, mas, perita em humanidade, oferece a todos o ensinamento da Sagrada Escritura sobre a verdade do homem. A Igreja olha o futuro com esperança e recorda aos cristãos que “o anúncio de Cristo é o primeiro e principal fator de desenvolvimento”.

Assim falou o papa às milhares de pessoas que participaram da oração do Angelus dominical, em que frisou também que em uma sociedade em vias de globalização, o bem comum deve levar em conta toda a família humana.

O papa advertiu que o “absolutismo da técnica” pode criar “obscuros cenários para a humanidade”. O pontífice pediu que se respeite a dignidade da pessoa, que se defenda a vida, e condenou a concepção “materialista e mecânica da vida”. Enfim, Bento XVI concluiu afirmando que “por mais complexa que seja a situação no mundo, a Igreja olha o futuro com esperança”.